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sexta-feira, maio 07, 2010

Equívocos

  

Igreja não é parede.
Adoração não é musica.
Culto não é assistido.
Pastor não é profissão.
Dizimo não é propina.
Religião não é muleta.
Crente não é ingênuo.
Deus não é papai Noel.
Biblia não é desodorante.
Arrepender não é chorar.
Chorar não é arrepender.
Dúvida não é duvidar.
Questionar não é discordar.
Amar não é concordar.
Missionário não faz fotossíntese.
Milagre não é natural.
Converter não é levantar as mãos.
Morrer não é o fim,
é só o intervalo.
Diogo Vieira, não é assim
nem é assado.

3 vídeos estranhos e REAIS!

Mulher mata pais motivada por fanatismo religioso

Usuários de drogas e seus filhos





Abuso Sexual Infantil - estaacontecendoagora.com





SAL.

segunda-feira, maio 03, 2010

FLAGRANTE


Dormindo no culto...
Olha que gracinha desse menino rs!

OBS.: Isso já era 3 horas da madrugada, ok?!

Sal

domingo, maio 02, 2010

Traumas

         
Ouvi dizer que quando se tem um trauma é sempre bom conversar sobre o assunto para se libertar, tipo um rito de passagem. Isso deve ser história de algum terapeuta ou livro de auto-ajuda.
Não acredito em terapia, não acredito em psicanálise, apesar de entender que os contos de fadas não são histórias para crianças, não acredito em livros de auto-ajuda. Mas como já tentei de tudo e estou desesperado vou acatar a sugestão e me abrir com vocês.
Meu trauma é porta giratória. Não consigo controlar meu desespero quando tenho que ir ao banco. Tento evitar ao máximo nossos encontros. Minha conta é débito automático e quando preciso de dinheiro vou a uma agência que tenha caixa rápido do lado de fora.
Suspeito que o fato de elas travarem não tem nada a ver com metais. Na verdade elas são programadas para barrarem suspeitos.
Geralmente quando vou ao banco estou de bermuda, capacete na mão e uma mochila enorme nas costas. Prazer, meu nome é Diogo, meu sobrenome é suspeito.
O pior não é a porta travar, o pior é a expectativa de ela travar. Quando essa expectativa é confirmada todo mundo olha para você na esperança que você não seja sobrinho do Bin Laden ou afilhado do Beira Mar.
Duas coisas me preocupam bastante:

Primeiro qual a utilidade de uma porta giratória em um assalto ao banco, se elas não são blindadas?
Fico imaginando um assaltante muito educado indo ao banco. Ele chega de terno e gravata, que é para não ser barrado por ser suspeito, coloca sua arma e seu celular naquela caixinha que faz a gente pensar que é por causa do metal, atravessa a porta com a certeza que não tem nenhuma moeda no bolso, rende o guarda, que nunca suspeita de gente de terno e gravata, pega o dinheiro e sai pela porta com a arma na mão.
Minha segunda preocupação é com o cara que inventou a porta giratória. Fico imaginando que ele seja alguém acima de qualquer suspeita. O cara que sacaniou todo mundo com esse invento que não barra um tiro de 22 deve passar por todas as portas giratórias do mundo sem nunca precisar ter tirado uma moeda do bolso. Ele deve ter programado todas as portas giratórias para reconhecer a sua pessoa.
O que passa na cabeça de um cidadão que inventa uma coisa que vai atrasar e estressar a vida de todo mundo, exceto a do assaltante é claro, porque esse nunca passa pela porta, geralmente ele da um tiro na parede da porta giratória, que também é de vidro não blindado, e faz seu serviço rapidinho.
Depois de me abrir com vocês não me sinto aliviado e ainda tenho que ir ao banco hoje à tarde. O pior é que me lembrei que o blog é evangélico e esse texto, aparentemente, não tem nada a ver com Deus. Agora me sinto com a consciência pesada. Por tanto vou tentar fazer uma analogia um pouco forçada. Vamos lá:
Porta giratória me lembra Mateus 7:23, quando Deus vai dizer: ...nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade. Imagino nesse momento uma grande porta giratória celestial blindada, e toda aquela cambada de fariseus, acima de qualquer suspeita humana, achando que estão subindo sem nenhuma moedinha de pecado e perdição no bolso, e quando eles menos esperam penhnh (não consigo lembrar o barulho da porta travando, na verdade não sei se tem um barulho. Então entenda a expressão penhnh como uma onomatopéia que imita o som de uma campainha antiga, tipo aquelas que têm em casa de vó).
Agora quando leio Mateus 7:13 – Entrai pela porta estreita – acrescento a palavra giratória para entender bem o grau de dificuldade que é passar por ela.
Porque larga é a porta, e espaçoso o caminho que conduz à perdição..., Acabei de perceber que no inferno não tem porta giratória. Porta larga deve ser tipo aquelas que têm no shopping que já tá abrindo só de a gente chegar perto.
Acho que essa analogia não foi nem um pouco forçada, na verdade ela faz todo sentido. Eu já tô até me sentindo mais aliviado.



P.S.: O Diogo me perdoe a invasão mas isso me lembrou um vídeo que fizeram no Rio sobre o preconceito nas portas-giratórias que foi postado aqui há alguns meses, veja aqui.
SAL

terça-feira, abril 27, 2010

Tema: A Ceia do Senhor.

Texto: I Coríntios 11: 23 a 26.

Vemos hoje uma grande banalização praticada por parte dos jovens de levarem “pelas coxas” as coisas do Senhor, aonde muitos vão às reuniões praticarem seus atos litúrgicos ou para “ver a galera” e se esquecem do principal, ter comunhão com o Senhor e a rotina de ida e vinda à igreja acaba “estafante” virando uma “monotonia”. A Ceia é a expressão pública do Corpo de Cristo com relação a Seu Senhor, deveria ser um transbordar do interior do Corpo para o exterior, ou seja, para o mundo, mas acaba que não passa mais isso, pois o ato da “confissão de pecados”, principal recordatório seguido da lembrança do sacrifício de Cristo não tem sido mais praticada pelo “Corpo” porque a nossa mente anda muito “cauterizada”. Essa contínua falta de prática nos faz acomodar e quando tem uma Ceia, ficamos procurando pecados para confessar e não achamos porque não praticamos a confissão e não temos a devida intimidade com Cristo. Estou dizendo isso porque neste mês, nos tantos lugares que fui ao Uruguai, simplesmente participei de três ceias em três lugares diferentes e vi o quanto tem sido real estes fatos. Como o apóstolo Paulo não perdeu a oportunidade, desejo também não perder esta oportunidade procurando trazer esta singela mensagem a vocês, leitores do blog.
O capítulo 11 da primeira carta de Paulo aos Coríntios fala sobre a ética pessoal e o correto manuseio da Igreja com relação às coisas do Senhor. Nesta mensagem devemos focar especificamente as instruções a respeito da Ceia do Senhor. Paulo, o apóstolo quando escrevia sua primeira carta aos Coríntios os orientava para se comportarem adequadamente na celebração da Ceia. Paulo queria transmitir aos seus ouvintes, leitores e irmãos a tremenda seriedade do tema da Ceia.

No versículo 23, ele enfatiza o próprio exemplo de sua vida, pois estava recebendo do Senhor o que tinha de ensinar à igreja. Se Cristo já havia completado sua obra na terra, restava a Paulo, simples servo, principal dos pecadores (declaração feita por ele), transmitir o Evangelho ao povo. Isso demonstrava a comunhão direta e íntima dele com Cristo com clara submissão e obediência à voz de Deus, deixando suas emoções de lado e passando a ser porta voz direto da boca de Deus. Antes, ele tinha sido um homem que seguia sua religião, seus costumes e pensamentos e agora a realidade era outra, ele era uma nova criatura em Cristo. Antes, o Seu Senhor era a Religião, agora o Seu Senhor era Cristo com sua Presença Real.

No versículo 24, Cristo, ao partir o Pão deu graças, demonstrando que Ele é o Pão Vivo que desceu dos Céus para estar conosco e nos redimir da perdição eterna. Como o pão físico é aproveitado para a saúde do ser humano, assim também o Corpo de Cristo foi entregue na cruz para perdão de pecados visando à saúde espiritual de cada crente. Nós, jovens, temos banalizado a Ceia do Senhor, não temos dado o verdadeiro valor a ela e a nossa saúde tem estado debilitada ou fragilizada e a igreja tem sofrido muito os efeitos. Nós deveríamos dar o melhor a Deus e muitas vezes entregamos o pior ou a sobra. Isto não é uma má atitude, é uma “horripilante” atitude. Não somos mais santos que ninguém, Cristo é que mede o nosso nível de espiritualidade e não nos mesmos, o mérito não é nosso, é dele, e ainda que entreguemos tudo a Cristo é pouco, pois Ele quer mais. Devemos estar insaciáveis diante de Cristo querendo mais e mais dele a fim de que o pobre, o pecador, o perdido, o desesperado, o mendigo nos veja e nós ajudemos na nossa pequenez.

No versículo 25, vemos o vinho, figura do sangue de Cristo que foi derramado para nossa salvação. Despertemos, despertemos e despertemos, Cristo está entregando seu pacto selado, os tributos da sua vitória a nós e nós não temos visto, as suas bênçãos mil então à nossa disposição e nós, o que temos feito?
Cada ceia anuncia que Cristo virá para buscar o seu povo pecador, mas arrependido, como “noiva ataviada”. Até este dia, nossa missão é de proclamar o Evangelho e vivar a novidade de vida que Cristo nos proporciona. Desfrutemos dessa presença gloriosa e escancarada e sejamos vitoriosos.

João Paulo
- Missionário no Uruguai.

segunda-feira, abril 26, 2010

Separação


Separação
Coisas que não são de Deus: porta giratória, fila de banco, unha encravada, pneu furado, preço da gasolina, eixo anhanguera, fumaça de caminhão, novela das seis, das sete e das oito, acordar cedo, dentista, despedidas, propaganda da Star Chic, bicho de pé, homem do saco preto, ki-suco de groselha 5 litros, reteste, dor de dente, propaganda eleitoral gratuita, call Center, em Brasília 19 horas, livro de auto-ajuda, religião, Daslu, gordura trans, pedra nos rins, foto da identidade, imposto de renda...

Coisas que são de Deus: café da manhã, pão Frances saindo do forno, eu te amo, bons livros, ovomaltine, primeiro beijo, banho de chuva, acordar tarde, feriado prolongado, aprender a andar de bicicleta, pique-pega,
pique - esconde, piquenique, tocar campainha e sair correndo, viajar sem destino, tirar carteira, 13º, férias remunerada, amigos que pagam a pizza, coca-cola 3 litros, churrasco, angu de milho verde, copa do mundo, futebol de botão, musse de maracujá, caronas, camaradagem, sedex 10, sexo, lei nº 9294, assoviar, comer com a mão, 32 dentes, lápis de cor, biloque, fotografia...

Haiti, uma nação prostada a Deus

Sal.